Críticas Doentes: Black Snake Moan

ASSISTI BLACK SNAKE MOAN pura e exclusivamente por causa da Christina Ricci por quem nutro uma paixão platônica, sim, eu tenho. Nunca escondi de ninguém. Não sou vidente, mas que tinha uma pomba-gira encostada na Ricci, tinha. Se mãe Dinah assistir o filme pode confirmar.
Os blues da trilha sonora também são muito gostosos, mas o resto soou ofensivo demais à minha inteligência.
A semi-nudez ricciana me fez babar de inveja e me perguntei várias vezes se Samuel L.Jackson realmente não quis comer a Ricci - que interpreta uma ninfomaníaca, que dava pra qualquer um - ou não bateu uma punheta em sua homenagem. Não, ele tem é que estar afim de comer a gordinha da farmácia, S. Empatha Merkerson. Moral acima de qualquer suspeita, apesar do cara entornar todas e estar separado da mulher.
A estupidez social do filme é que todos os negros são feios e com uma aura de bondade, enquanto todos os brancos são bonitos com uma aura de insuficiência mental. Até o negro traficante e gigolô é bom caráter.
O único personagem negro com beleza é uma figurante que se esconde por trás da bateria no palco de uma espelunca, com uma bandana. Os demais, valha me Deus!
Por outro lado, a bondade dos negros é tanta que Samuel L. Jackson acorrenta a pobre Ricci pela cintura e a gente nem se pergunta se, e se fosse ao contrário, John Travolta acorrentando a Thandie Newton, Travolta seria crucificado antes mesmo de ser lançado o filme?
Outra coisa que já ficou intragável: para Hollywood todos os pais são pedófilos e abusam de suas filhas. Doze entre cada dez filmes passam essa mensagem.
Mas vale a pena ser visto, o filme é muito atraente.
Hate defende os direitos iguais entre as raças. Seu único lema é: "Diante de mim, todos são iguais."

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