Doentes.net

10 Setembro 2007

Bate que eu gamo!

Já fazia dois meses que ela estava trabalhando como estagiaria num cliente.

Lembro que logo que fui apresentado a achei uma graça... Oriental, baixinha e delicada, não tinha um corpão, mas tinha um rostinho lindo e angelical que me deixava de pau duro só de ver ela passando pelo corredor.

Resolvi tentar pra ver se ela dava correspondia minhas expectativas.

Primeiro consegui convencer o gerente da área a colocar a mesa dela na mesma sala em que eu trabalhava. A principio ele não gostou da idéia:

-Filho da puta! Tá querendo traçar minha estagiaria?!

-Puxa Daniel, não é nada disso, ela se demonstrou interessada em programação e eu achei que você gostaria que eu desse uns toques pra ela. Quem sabe assim ela acaba se tornando capaz de dar manutenção no sistema depois que a implantação acabar, ai você vai economizar...



Depois tive de fazer “amizade” com a japinha, isso até que foi fácil, desde o início ela foi muito simpática e receptiva.

Logo depois ofereci carona pra ela, ela aceitou na primeira. No mesmo dia convidei pra sair.

Na sexta-feira saímos juntos da empresa, fomos ao cinema e comemos uma porcaria qualquer no shopping mesmo.

A filha da puta se portou como uma santa virgem a noite toda. Juro que não senti abertura nem pra tentar uns beijinhos.

Levei a vadia pra casa na certeza em que tinha perdido tempo e dinheiro e de que iria acabar a noite batendo punheta no chuveiro de casa pensando numa atriz pornô qualquer.

Mas não é que ela estava apenas valorizando o produto. Na frente da casa dela eu consegui dar uns agarrões e partir direto pro motel mais próximo.

Ah! Eu estava muito feliz, iria furar minha primeira japonesinha.

Mas é claro que alguma merda tinha que acontecer...

Na hora do vamos ver, eu estava lá babando encima da coitada quando ela começou a se soltar...

A bichinha gemia, gritava e falava um monte de merda.

A situação estava tão excitante que pra não acabar com a festa antes da hora eu tive de fazer de conta que estava comendo a Madre Teresa de Calcutá. Mas nem isso estava resolvendo, porque a Madre Teresa começou a pedir pra eu chamar ela de vagabunda e foder ela com força, isso me deu mais tesão ainda!


Me chama de Vagabunda e me fode com força!


Mas a providencia veio em meu socorro. De repente a Japa me olha com uma puta cara de perva e solta:

- Me bate seu filho da puta! Vamú me bate!

Cara, juro que a surpresa quase fez meu pau amolecer, mas como quem ta na chuva... Resolvi dar um tapinha na bunda dela.

-Não seu viado do caralho! É na cara, me bate na cara! Bate! Bate!

Não gostei desse negócio de “viado do caralho”, mas resolvi levar na boa e dei um tapinha na cara da vadia.

-Não seu fresco! Com força! Com a mão fechada! Você é viado?! Vamú me bate que nem homem, filho da puta!

Ai que o tesão foi pra casa do caralho mesmo. Fechei a mão e dei um caprichado gancho de direita do queixo da santinha do pau oco.



É! Ai ela parou de pedir pra apanhar, também parou de gemer e gritar, na verdade ela parou totalmente de se mexer. Eu havia nocauteado a japonesinha.

E lá estava eu pelado, deitado encima da menina com metade do cacete enfiado nela e sem saber o que fazer.

Inicialmente fiquei assustado e pensei em jogar um pouco de água no rosto dela para reanimá-la. Mas eu fiquei olhando para aquela carinha que agora havia recuperado o ar angelical, reparei bem naquele corpinho pequeno, delicado e meu pau subiu denovo.



Bom, subi na bichinha novamente e terminei o serviço. Satisfeito, levantei, tomei banho e depois fiquei assistindo TV até ela acordar sozinha.

Hoje me arrependo muito do que fiz. A pobre garota estava ali desmaiada, totalmente indefesa e eu estupidamente...

... Nem pensei em comer o cu dela.


I.R.Daneel

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