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11 Maio 2009

devaneio: paradoxo moralista

Só podemos nos tornar puramente amorais quando também nos tornarmos puramente éticos.
Quando tivermos o respeito absoluto pelo direito do outro de ser idiota, estúpido, de maltratar a si mesmo ou a outros.
Neste momento nos colocamos na pele do outro e pensamos "e se fosse eu a ter pensamentos ou ações reprimidas ou impostas?"
Indiferença é importante para preencher este abismo entre eu e você.

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