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08 Março 2008

Poesias Doentias 05

"Eu tava caminhando no jardim
Quando vi uma rosa bela
Felicidade sem fim
E nenhuma fera

Eu estava tão feliz
O amor resplandece
Jesus agradece
O Senhor, eu o amo de coração
Por toda esta maravilha

Eu amo a natureza, eu amo a Deus
Eu amo tudo, até os ateus!
Corro e saltito, sem medo dos precípios!
Estou tão alegre, tudo é tão fofo e colorido!
Sou tão feliz pelo que foi me dado!

Por estar sem uma perna, sou feliz!
Por não ter braços, sou feliz!
Por ser retardado, sou feliz!
Por ter AIDS, sou feliz!

Comi várias putas, peguei DSTs
Droguei-me e me prostitui quarenta vezes
Mas a vida é bela e aqui estou, paciente terminal
Nesta cama deste público hospital!"

por <cH>. v?kv?k.

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22 Fevereiro 2008

Poesias Doentias 10

Padre zoófilo

"No confessionário de uma igreja um padre se diverte,
acompanhado de uma freira em que mete,
Após muito prazer com sexo oral,
arromba seu orifício anal

Eis que na Igreja entra um cachorro
sujo, sarnento e sem nenhum pêlo.
Na boca da freira o padre solta um esporro
e vai atrás do animal para fodê-lo.

Com força agarra o animal fedorento
e penetra em seu ânus cheio de excremento
O ser esganiça como se estivesse no inferno
enquanto são furados seus órgãos internos

Escorrem lágrimas de seus olhos remelentos
até explodirem em um espetáculo sangrento
De suas sarnas jorrava litros de pus
o espetáculo do empalamento o padre conduz

Estômago, intestino e coração
pela boca vão saltando
Esôfago, cérebro e pulmão
o pênis vai arrebentando

O padre, excitado e louco de prazer
o cão acaba rasgando
Aprecia a mutilação e o sangue escorrer
e por fim acaba gozando"

por D. Priest Ripper.

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17 Fevereiro 2008

Poesias Doentias 9

poesia pro meu cachorro!!!

"Gosto de lamber o cu do meu cachorro
é um cu fétido e umido
porem muito saboroso,
adoro passar minha lingua
por aquele anel sujo
e ver que meu cachorro
está quase a defecar sobre
minha podre face.

Enquanto os minutos passam
meu cachorro começa a defecar
me deleito nas fezes
enquanto os vizinhos estão a vomitar."

por Pança.

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17 Dezembro 2007

Vitorianismo poético

Por favor
com licença
me desculpem a
flatulência.

autoria desconhecida

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09 Dezembro 2007

Poesias Doentias 7

SPLATTER-GORE NA PISTA

"Crianças brincam na rua
Mães conversam ao portão
Motorista embriagado
Vem guiando seu furgão
Só se ouve uma freada
Freada que foi em vão

Crianças atropeladas
Voam, são arremessadas
Então caem na calçada
Totalmente inanimadas
Contorcidas, desmembradas
Com as caveiras rachadas

Motorista sai do carro
Se dizendo inocente
Esse foi seu pior erro
Morrerá sadicamente

Mães tomadas pelo ódio
Pegam paus, pedras ao chão
E então fazem justiça
Com as suas próprias mãos

Pauladas deformam face
Ferimentos doloridos
Ele implora: "-Não me mate!"
Sangue escorre dos ouvidos

Uma mãe se aproxima
Com um pedaço de cano
E espanca a cabeça
Estraçalhando seu crânio
O homem tem uns espasmos
E morre agonizando

Mais tarde chega a polícia
Que de longe já avista
As carcaças das crianças
O sangue, os miolos, tripas
O furgão incendiado
E o corpo do motorista

Hediondo linchamento
SpLaTtEr-GoRe Na PiStA !!!"

por Monstro Legume.

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06 Dezembro 2007

Poesias Doentias 6

ANIVERSÁRIO DA VOVÓ

"Eu estuprei, eu estuprei sua vovó
Eu arrombei, eu arrombei, eu arrombei o seu loló
Seu cadáver, seu cadáver, eu adoro sua compania
E você é, e você é, e você é minha vadia

Eu quero lamber a sua ferida
Você tem gonorréia, é minha querida
Sua buceta eu quero fuder
O pús é delicioso, não vou me conter

Sua decomposição, alegria
Podridão, toda euforia
Vermes comendo sua carcaça
Carne fria, o podre arregaça"

por Jezus.

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05 Dezembro 2007

Poesias Doentias 8

UMA PUTA VOMITADA

"PUTA SUJA E ARROMBADA
ACABAMOS DE DAR UMA METIDA
JA TE DEI MUITA PIROCA
SEXO ANAL E ATÉ MORDIDAS

VOCÊ PULA IGUAL UM CAVALO
COM FÚRIA E SEM CANSAR
E COM ESSE RABO ESCROTO
FAZ MEU PAU ATÉ INCHAR

QUE DETALHE MAIS BIZARRO
NUNCA ME PASSOU PELA IDÉIA
QUANDO VOCÊ ESTAVA PULANDO
REPAREI QUE ESTAVA COM DIARRÉIA

E SUJOU MINHA BARRIGA
FICOU TODA CHEIA DE MERDA
E O ODOR QUE EXALAVA
ERA MELHOR QUE CHEIRO DE ESPERMA

ACHEI QUE NAO ERA JUSTO
VOCE ME DAR TANTO PRAZER
TENHO QUE ENCONTRAR
UMA FORMA DE TE AGRADECER

VOCE ME SUJOU TANTO
QUE MEU ESTOMAGO EMBRULHOU
E AO INVÉS DE TER UM ORGASMO
ABRI SUAS PERNAS E VOMITEI COCÔ"

por João.

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02 Dezembro 2007

Poesias Doentias 7

a mendiga e o meu tesão

"com estranho apetite
para o sexo acordei
partirei pra rua a pique
com a mais suja pedinte
por tesão deitar-me-ei

sua boca sem um dente
beijarei com tal furor
que mendiga prostituta
bradará: "- filho da puta!
fode meu cu por favor"

"- vira então mendiga imunda
que eu quero te provar"
com a boceta toda molhada
depois de muita chupada
que vou te enrabar

a pedinte ali deitada
eu comigo a maquinar...
empurrei até as bolas
ela grita:" - cheira cola!
tira que eu quero cagar"."

por Milton.

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01 Dezembro 2007

Poesias Doentias 6

Prazeres Pervertidos

"Com pesar vago pelo silencioso cemitério,
A boca num esgar, e a terrível fome consumindo meus sôfregos sentidos,
Quando, num gesto completamente desesperado e aflito,
Profano a pequena sepultura em busca de alimento...
Com macabra e funesta alegria retiro o pequeno cadáver
De seu leito de sono eterno...
Sinto o acre cheiro que inunda o ambiente
Tornando ainda mais mórbido o prazer do deleite inominável...
Com o falo endurecido tal e qual a mais dura das pedras,
Penetro o pequeno orifício e acaricio a carne apodrecida...
Enormes ondas de prazer percorrem meu corpo num êxtase ensandecido,
E, como fera indomada aumento o ritmo das estocadas...
Com violento tremor, o gozo jorra em fortes ondas, e junto com ele
O viscoso, quente e amargo produto da minha náusea incontrolável,
Deixando assim, meu pequeno corpo amante despedaçado,
Ainda mais apetitoso para o lúgubre ato final:
Cada pedaço ínfimo de carne ali, marcada,
Pelo meu jorro e pelas minhas golfadas,
São saboreados como iguaria nunca dantes encontrada,
Saciando, assim, a doentia e pungente fome abominável,
Que transforma meu corpo, minha mente e meus sentidos enlouquecidos,
Em uma máquina irrefreável de prazeres pervertidos..."

por .

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26 Novembro 2007

Poesias Doentias 4

ROLÊ GORE

"Andei na floresta em busca de flores
E na caminhada encontrei mil horrores
Tinha um corpo podre e decepado
Sem pernas,sem rosto num tronco enforcado
Eu ouvia vozes e ruidos estranhos
No solo aranhas e nos galhos paranhos
Eu não sabia se chorava ou intão ria
Na verdade eu nem sei o que eu sentia
Mas sei que foi um dia insano
Tudo apodrecia a passar dos anos
As horas eram lentas o meu olhar sonolento
Caramujos enormes escorregavam ao relento
Um mundo magico de gozo e sangue
E eu fudia um cadaver no mangue
Que historia escrota e insana é essa?
É só um rolê gore numa sombria floresta"

por Victor.

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Poesias Doentias 3

Cigarro Humano

"Dentro do necrotério
Você fica tão linda sem os braços
Fico muito feliz por ter te liquidado
Agora vou dilascerar seu corpinho verde

O Cheiro pútrido me faz enlouquecer
Arranco cada dente com um alicate
Sua garganta ainda jorra sangue no meu rosto,
Logo vejo-me excitado
Abro seu cu fedido e logo vou arrombando

Desejo morrer só pra te matar novamente
Ver sua expressão de dor e medo
Injetar ácido nas suas veias
Ver seu coração explodir

Preciso matá-la novamente!!!
Preciso matá-la novamente!!!
Preciso matá-la novamente!!!

Sua buceta escorre um líquido amarelo
Logo recebe meu jato esbranquiçado
Toda essa podreira te deixa feliz?
Cremarei teu corpo para poder fumar tuas cinzas!

Um trago me levará à loucura
Gozarei até morrer
Lavarei teu corpo com meu líquido
E irei matá-la outra vez..."

por Erick.

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24 Novembro 2007

Poesias Doentias 2

Cum Shot!

"Batendo na sua cara
enquanto lhe planto a vara

Você tenta me empurrar
pois estou a te estrangular

No cu lhe enfio o dedo
vc esta tremendo
estou com tesão
estou te comendo

Quando o tesão domina vc
me corta com as unhas
e eu grito de prazer
minha pele rasgada
meu sangue a escorrer
no exato momento
q estou a te foder

num momento de distração
me enfia uma faca no coração

com muito mais força
a traquéia lhe arranco
estou quase gozando
com seus ossos quebrando

Minha hemorragia
se espalhou no corpo todo
tem sangue descendo
e enchendo o escroto

No meu ultimo gemido
tiro o pau pra fora
gozo porra com sangue
por todo sua cara!"

por Sodomizer

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Poesias Doentias 1

ASSEI MEU FILHO

"O meu filho já nasceu
Pena que nasceu doente
Eu terei que matar esse
E fazer outro novamente

"Criança tão pequenina
Te ponho no micro-ondas
Pelo menos me divirto
Com tua morte hedionda
Aprecio alegremente
Teu corpinho se aquecendo
E em tua linda pele
As bolhas aparecendo
Teus gritos desesperados
Posso ouvir aqui de fora
Ouço o último suspiro
Foi chegada tua hora"

Devoro meu filho assado
O sabor não é tão mal...
Só tá meio mal passado
E também está sem sal..."

por Legume

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