11 Abril 2008
24 Março 2008
12 Março 2008
Crônicas do Cotidiano II
Genivaldo contra a Espanha
Genivaldo acordou pela manhã, abriu o jornal e irritou-se com as notícias.
- Agora mais essa... o governo espanhol anda maltratando os brasileiros...
Saiu de casa com uma idéia latente na cabeça:
- Queimarei uma bandeira da Espanha. O povo brasileiro merece mais respeito!!
Como no caminho que fazia diariamente até o trabalho, passava em frente ao consulado do país Ibérico, pensou rapidamente num plano. Comprou um litro de gasolina, colocou em uma garrafa de vinho barato, juntou alguns pedaços de tecido e pronto: lá estava um coquetel molotov pronto para ser lançado sobre a bandeira. Com sede por vingança, ele esperou anoitecer e então dirigiu-se em direção ao mastro onde estava o estandarte hispânico. Só tinha um pensamento em mente:
- Espanhóis malditos... Retaliação já!!!
Genivaldo se preparava para acender o artefato, quando Soraia, uma segurança de beleza fora do comum, morena... coxas esculturais... corpo em forma de violão... olhos verdes... bumbum empinadinho... peitos redondinhos... cabelos ondulados como uma samambaia... enfim, era a própria perfeição materializada na forma de guarda feminina. Ao ver a cena, Soraia sentiu uma inexplicável atração por aquele desconhecido e lhe perguntou:
- O que pretende fazer com isso?
-Odeio espanhóis, respondeu Genivaldo
Em seguida, não resistiu à beleza da segurança e teve uma forte ereção... O olhar da policial foi atraído para o volume em suas calças que, já excitada, lhe perguntou:
- Odeia espanhóis, não é... mas aposto que adora uma espanhola...
Então Soraia recolheu a bandeira, estendeu-a no chão, deitou sobre ela e chamou Genivaldo. Tiveram uma longa noite de sexo no estacionamento do consulado. Finalizou a noite com uma espanhola nos deliciosos seios de Soraia. Antes de ir embora ele usou a bandeira para limpar todo esperma que derramou no rosto daquela bela mulher.
No dia seguinte, ao olhar para o mastro, o cônsul da Espanha perdeu alguns minutos tentando entender a origem daquelas manchas esbranquiçadas no meio de sua bandeira...
Genivaldo acordou pela manhã, abriu o jornal e irritou-se com as notícias.- Agora mais essa... o governo espanhol anda maltratando os brasileiros...
Saiu de casa com uma idéia latente na cabeça:
- Queimarei uma bandeira da Espanha. O povo brasileiro merece mais respeito!!
Como no caminho que fazia diariamente até o trabalho, passava em frente ao consulado do país Ibérico, pensou rapidamente num plano. Comprou um litro de gasolina, colocou em uma garrafa de vinho barato, juntou alguns pedaços de tecido e pronto: lá estava um coquetel molotov pronto para ser lançado sobre a bandeira. Com sede por vingança, ele esperou anoitecer e então dirigiu-se em direção ao mastro onde estava o estandarte hispânico. Só tinha um pensamento em mente:
- Espanhóis malditos... Retaliação já!!!
Genivaldo se preparava para acender o artefato, quando Soraia, uma segurança de beleza fora do comum, morena... coxas esculturais... corpo em forma de violão... olhos verdes... bumbum empinadinho... peitos redondinhos... cabelos ondulados como uma samambaia... enfim, era a própria perfeição materializada na forma de guarda feminina. Ao ver a cena, Soraia sentiu uma inexplicável atração por aquele desconhecido e lhe perguntou:
- O que pretende fazer com isso? -Odeio espanhóis, respondeu Genivaldo
Em seguida, não resistiu à beleza da segurança e teve uma forte ereção... O olhar da policial foi atraído para o volume em suas calças que, já excitada, lhe perguntou:
- Odeia espanhóis, não é... mas aposto que adora uma espanhola...
Então Soraia recolheu a bandeira, estendeu-a no chão, deitou sobre ela e chamou Genivaldo. Tiveram uma longa noite de sexo no estacionamento do consulado. Finalizou a noite com uma espanhola nos deliciosos seios de Soraia. Antes de ir embora ele usou a bandeira para limpar todo esperma que derramou no rosto daquela bela mulher.
No dia seguinte, ao olhar para o mastro, o cônsul da Espanha perdeu alguns minutos tentando entender a origem daquelas manchas esbranquiçadas no meio de sua bandeira...
Marcadores: cotidiano, flood, porta de banheiro
07 Março 2008
Crônicas do Cotidiano
GENIVALDO E A VACA LOUCA
Genivaldo era trabalhador rural e cuidava do rebanho bovino do seu patrão. Ultimamente estava preocupado, pois os governos europeus haviam anunciado que não comprariam mais carne brasileira.
- “Se as coisas continuarem assim terei que te demitir, Genivaldo. Prefiro plantar soja a vender carne a preço de banana”, dizia o seu patrão.
- “O problema está na qualidade da carne”, afirmava Genivaldo. Ele acreditava que o governo não fiscalizava adequadamente todas as fazendas, e por isso os europeus acabavam generalizando, e puniam todos os produtores com a suspensão das importações.
E ele tinha razão... muitos produtores alimentam o gado com caroço de algodão para economizar, e essas sementes contém um óleo que deixa a carne com um sabor estranho. Revoltado com a situação, Genivaldo encontrou uma solução: - “Vou para Brasília reclamar da qualidade da carne brasileira! Irei procurar o ministério da agricultura e denunciar todas as fazendas irregulares da minha região.”
Na semana seguinte, Genivaldo fez uma lista com os nomes dos fazendeiros que mantinham os animais fora das exigências sanitárias, pegou todas suas economias e comprou uma passagem de ônibus para Brasília.
Ao chegar à rodoviária de Brasília, percebeu que a cidade era maior do que imaginava. Procurou então pelo guichê de informações e foi recepcionado pela Soraia, uma atendente linda: morena... coxas esculturais... corpo em forma de violão... olhos verdes... bumbum empinadinho... peitos redondinhos... cabelos ondulados como uma samambaia... enfim, era a própria perfeição materializada na forma de mulher. Ela se inclinou exibindo seu decote fenomenal e perguntou: posso te ajudar?
Engasgado pela beleza daquela jovem, Genivaldo respondeu: - P-p-pode s-s-sim. Quero saber onde fica o ministério da agricultura? Soraia sentiu uma inexplicável atração por aquele desconhecido. Respondeu para ele não se preocupar... disse que seu turno de trabalho estava acabando e o acompanharia até lá.
Ao chegar, o ministro não quis atendê-lo, fato que deixou Genivaldo profundamente entristecido. Soraia, muito curiosa, perguntou então qual o motivo de sua viagem?
- “Queria reclamar da qualidade da carne brasileira.” Respondeu.
A reação de Soraia foi imediata: agarrou Genivaldo e deu-lhe um longo beijo. Em seguida tirou a roupa e fizeram sexo selvagemente no gramado atrás do prédio do ministério. A garota era insaciável e queria mais... Levou Genivaldo para casa e passaram a noite toda na fodelança... Ela teve orgasmos múltiplos. Gritou e gemeu como uma autêntica vaca louca. Genivaldo nunca havia tido uma noite de sexo tão quente e selvagem como essa. Acordaram melados, atordoados e embriagados com o cheiro de sexo que se espalhava por todo o apartamento. No dia seguinte ele decidiu que se mudaria para Brasília.
Desde então, após cada noite de sexo brutal, Soraia pede a Genivaldo para fazer-lhe uma cunilíngua e em seguida solta a pergunta:
- “Genivaldo, meu amor, você ainda acha que deve reclamar da qualidade da carne brasileira?”
Genivaldo era trabalhador rural e cuidava do rebanho bovino do seu patrão. Ultimamente estava preocupado, pois os governos europeus haviam anunciado que não comprariam mais carne brasileira.
- “Se as coisas continuarem assim terei que te demitir, Genivaldo. Prefiro plantar soja a vender carne a preço de banana”, dizia o seu patrão.
- “O problema está na qualidade da carne”, afirmava Genivaldo. Ele acreditava que o governo não fiscalizava adequadamente todas as fazendas, e por isso os europeus acabavam generalizando, e puniam todos os produtores com a suspensão das importações.
E ele tinha razão... muitos produtores alimentam o gado com caroço de algodão para economizar, e essas sementes contém um óleo que deixa a carne com um sabor estranho. Revoltado com a situação, Genivaldo encontrou uma solução: - “Vou para Brasília reclamar da qualidade da carne brasileira! Irei procurar o ministério da agricultura e denunciar todas as fazendas irregulares da minha região.”
Na semana seguinte, Genivaldo fez uma lista com os nomes dos fazendeiros que mantinham os animais fora das exigências sanitárias, pegou todas suas economias e comprou uma passagem de ônibus para Brasília.
Ao chegar à rodoviária de Brasília, percebeu que a cidade era maior do que imaginava. Procurou então pelo guichê de informações e foi recepcionado pela Soraia, uma atendente linda: morena... coxas esculturais... corpo em forma de violão... olhos verdes... bumbum empinadinho... peitos redondinhos... cabelos ondulados como uma samambaia... enfim, era a própria perfeição materializada na forma de mulher. Ela se inclinou exibindo seu decote fenomenal e perguntou: posso te ajudar?
Engasgado pela beleza daquela jovem, Genivaldo respondeu: - P-p-pode s-s-sim. Quero saber onde fica o ministério da agricultura? Soraia sentiu uma inexplicável atração por aquele desconhecido. Respondeu para ele não se preocupar... disse que seu turno de trabalho estava acabando e o acompanharia até lá.
Ao chegar, o ministro não quis atendê-lo, fato que deixou Genivaldo profundamente entristecido. Soraia, muito curiosa, perguntou então qual o motivo de sua viagem?
- “Queria reclamar da qualidade da carne brasileira.” Respondeu.
A reação de Soraia foi imediata: agarrou Genivaldo e deu-lhe um longo beijo. Em seguida tirou a roupa e fizeram sexo selvagemente no gramado atrás do prédio do ministério. A garota era insaciável e queria mais... Levou Genivaldo para casa e passaram a noite toda na fodelança... Ela teve orgasmos múltiplos. Gritou e gemeu como uma autêntica vaca louca. Genivaldo nunca havia tido uma noite de sexo tão quente e selvagem como essa. Acordaram melados, atordoados e embriagados com o cheiro de sexo que se espalhava por todo o apartamento. No dia seguinte ele decidiu que se mudaria para Brasília.
Desde então, após cada noite de sexo brutal, Soraia pede a Genivaldo para fazer-lhe uma cunilíngua e em seguida solta a pergunta:
- “Genivaldo, meu amor, você ainda acha que deve reclamar da qualidade da carne brasileira?”
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